2009-07-25
Arrancaram as obras no Túnel do Marão e na Auto-estrada transmontana
2009-07-04
BBC: Green energy wins over Portugal (Um dos sucessos de Manuel Pinho)
O confronto entre o conteúdo do artigo publicado no site da BBC, em 2008/02/22, e as repercussões na comunicação social portuguesa do incidente recente com Manuel Pinho na Assembleia da República confirmam que, lamentavelmente, Portugal é um país onde a mesquinhez supera o reconhecimento do mérito de quem tem visão e faz obra. As futuras gerações irão cobrar-nos por muitos portugueses privilegiarem essa postura.
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Green energy wins over Portugal
By Simon Gompertz
Working Lunch
Sun, water, waves and wind. Not a holiday on the Algarve, but Portugal's power sources for the future.
On the edge of the sleepy town of Moura in southern Portugal is a scene straight out of a science fiction novel.
Glittering panels are being mounted on frames the size of tennis courts, then planted in lines facing the sun. There will be 2,525 of the frames and hundreds are already in place.
When this futuristic array is completed, the frames will keep their faces turned towards the shiniest place in the heavens. They are designed to swivel and follow the sun as it rises and falls, pulling in every last bit of energy.
It is the latest step in Portugal's plan to switch electricity generation from fossil fuels to renewable energy sources. The target is 45% from sun, wind and other renewables by 2010, with 60% already viewed by the government as achievable in future years.
"Viable technology"
To its backers, Moura represents the coming of age of solar power. It will be the biggest photovoltaic power station in the world, five or six times as productive as its nearest rivals.
"It proves that we can do big photovoltaic power plants," says Francisco Aleixo from Acciona Solar, the company behind the project. "It's important to show people that it is a viable technology."
The Moura building site covers 130 of the sunniest hectares in Europe. Acciona says it will produce as much power during a year as 30,000 homes would use.
It illustrates how Portugal has embraced renewable energy, pushing it near the top of the European league. The UK only gets 5% of its electricity from renewables, while Portugal already gets 39%. The UK target for 2010 is just 10%.
Portugal has been spurred into action by its lack of conventional fuels such as coal and oil. The country has to import 85% of its needs.
"By 2020 we will be between 55% and 60% of renewable energy," Manuel Pinho, Portugal's Minister for the Economy and Innovation, tells the BBC. "I think that is quite feasible."
Higher bills
In the rugged north, the biggest wind farm in Europe is under construction on the mountains of Alto Minho. Off the coast, the first commercial wave farm in the world is about to be switched on in the next few months.
Ten new hydro-electric dams are to be built to support the proliferation of wind turbines on hilltops across Portugal. When the wind blows, usually at night, any unneeded power is used to pump water to the top of the dams, to generate electricity when the wind drops.
The total cost of Portugal's rush for renewables is hard to pin down. As taxpayers, the Portuguese stump up by financing grants; as electricity customers they pay through slightly higher bills. Prices are a bit steeper than in the UK, though Portuguese businesses pay less.
But Manuel Pinho believes the short term cost will be worth it. "The countries that will move first will have an advantage," he predicts.
"Moving very fast"
Wind will provide as much as 12% of the country's electricity needs. Up at the construction site for the Alto Minho wind farm, the developer Jose Miguel Oliveira says that Portugal has little choice.
"We don't have oil and we don't have coal," he points out. "Wind is one of the resources we have, so we have to use it."
But will the lights stay on, even when the wind stops blowing? Portugal's ambitious plans don't just depend on renewables delivering large amounts of electricity on average through the year. The grid has to remain stable at critical times.
The Portuguese government is relying on the new dams to keep supply and demand in balance. Hydro-electric capacity will be boosted by 50%.
The UK cannot rely on hydro to provide so much of its power needs, but Mr Pinho warns that other countries will have to try to follow Portugal's lead. "The first priority is to get moving very fast because the cost of inaction is tremendous."
Story from BBC NEWS:
http://news.bbc.co.uk/go/pr/fr/-/2/hi/programmes/working_lunch/7252571.stm
Published: 2008/02/22 18:15:12 GMT
© BBC MMIX
2009-06-29
TSF: Defensores de grandes obras públicas abaixo dos 20 por cento
Não chegam a 20 por cento aqueles que querem o avanço das grandes obras públicas. Segundo o Barómetro TSF/Diário Económico, 58 por cento dos eleitores socialistas dizem que seria melhor adiar ou reavaliar estes projectos.
São poucos os portugueses que consideram que as grandes obras públicas devem avançar, revela o Barómetro TSF/Diário Económico.
Segundo este estudo, apenas 17,5 por cento dos inquiridos estão de acordo com projectos como o TGV, o novo aeroporto e a nova travessia sobre o Tejo.
Entre os eleitores, 34 por cento dos eleitores do PS concordam o avanço destes projectos contra 58 por cento de socialistas que entendem que seria melhor adiar ou reanalisar estes projectos.
Segundo este estudo, é entre os homens e os inquiridos com mais de 55 anos que se encontram os maiores defensores das grandes obras públicas, ao passo que no sul e na Grande Lisboa estão a maior parte daqueles que pretendem o seu adiamento ou reavaliação.
O barómetro indica ainda que 37 por cento dos inquiridos defendem o adiamento destas obras, a mesma percentagem dos que querem a sua reavaliação, duas alternativas que são defendidas em especial na classe alta e média/alta.
Sócrates no regadio da Cova da Beira
RTP
Engenheira e estudante pastores de cabras
2009-06-28
Todas as obras do Regadio da Cova da Beira "no terreno" até final da legislatura, garante Sócrates
"Este regadio durou 50 anos" desde que foi projectado até hoje, afirmou, classificando-o como "um projecto que desafiou a paciência a todos".
"É por isso que o facto de ser primeiro-ministro no momento em que acelerámos este projecto me dá particular satisfação", destacou José Sócrates na cerimónia de adjudicação dos blocos de rega da Covilhã e Fundão, que decorreu hoje no reservatório de Monte do Bispo, Belmonte.
O primeiro-ministro destacou que a cerimónia lhe disse muito "a nível pessoal". "Fiz toda a minha carreira política a falar do Regadio da Cova da Beira", referiu, numa alusão aos tempos em que fazia política na região.
Durante a cerimónia, o primeiro-ministro abriu simbolicamente as comportas do canal condutor principal do regadio, que tem uma extensão de 61,6 quilómetros.
Na próxima semana será adjudicado o bloco da Capinha e será publicado o concurso "para a última obra", o bloco da Fatela, que deverá ser adjudicado dentro de "um ou dois meses", referiu José Sócrates.
"Até ao final da legislatura todas as obras para concluir o Regadio da Cova da Beira vão estar no terreno", acrescentou.
"O investimento é importante, em particular no interior, para dar mais oportunidades às empresa e aos portugueses, que esperam que o Estado faça mais investimento para que tenham mais oportunidades de emprego", destacou ainda o primeiro-ministro.
"Este regadio já não podem rasgar", acrescentou, numa alusão às críticas que lançou à oposição no sábado e em que acusou a direita de querer "rasgar" as políticas sociais e de modernização do Governo.
José Sócrates desafiou ainda a Associação de Regantes a divulgar o Regadio da Cova da Beira junto dos proprietários.
"O defeito do regadio foi demorar este tempo todo a ser feito, mas penso que ainda vai ser muito utilizado", referiu aos jornalistas António Gomes, presidente da associação, que lamentou não haver maior agrupamento de terrenos.
Ainda assim, acredita que a actual média de cinco hectares por beneficiário na zona do regadio "pode chegar para dar origem a projectos agrícolas importantes". Só no bloco da Meimoa (o mais antigo) a situação é mais crítica, com a média a cair para 1,2 hectares por beneficiário.
"Mas também aí o regadio deve manter-se por questões sociais. Não dá rentabilidades, mas temos muitos agricultores com cerca de 80 anos que ali trabalham todo o dia", sublinhou.
Segundo António Gomes, o regadio tem actualmente cerca de 1200 beneficiários que aproveitam 60 a 70 por cento dos cerca de 6400 hectares abastecidos nos blocos da Meimoa e Belmonte/Caria. Ou seja, há 40 a 30 por cento de terras "onde já há água, mas ainda não é aproveitada", especialmente no bloco Belmonte/Caria, onde chega pela primeira vez este ano "e as pessoas ainda não têm equipamento de rega".
O Regadio da Cova da Beira é o segundo maior aproveitamento hidroagrícola em construção. Quando estiver concluído, representará um investimento global de cerca de 322 milhões de euros, abrangendo 12 360 hectares de terrenos.
Lusa
Publicado em: http://sic.aeiou.pt/online/noticias
Estudo: Portugueses são pobres, estão desmobilizados mas consideram-se felizes
Pobres, desmobilizados mas, apesar disso, felizes. Somos assim, os portugueses? No final do estudo Necessidades em Portugal – Tradição e Tendências Emergentes, os investigadores viram-se perante um país socialmente muito frágil, pouco capaz de se mobilizar individual e socialmente. Mas, apesar disso, com altos níveis de satisfação e felicidade.
Há dados conhecidos que o estudo confirma – os que se relacionam com níveis de desigualdades sociais ou taxas de pobreza, por exemplo. Mas Teresa Costa Pinto, socióloga do Centro de Estudos Territoriais, do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), diz que a investigação trouxe novidades: “Algumas dimensões da privação alargam-se a outros grupos que não estariam nos 20 por cento de pobres.”
Cerca de um terço da população vive “um contexto de precariedade” e está preocupado “com a sua sobrevivência”, indicam os resultados. A impossibilidade de pagar uma semana de férias fora, manter a casa aquecida (32,6 por cento não o conseguem) ou não usufruir da baixa médica total por razões económicas ultrapassam em muito os 20 por cento de pobres. O índice resultante do inquérito diz que 35 por cento dos portugueses têm uma privação alta ou média. Mais de metade (57 por cento) tem um orçamento familiar abaixo dos 900 euros.
Confirmam-se ainda outros dados conhecidos: o universo dos mais vulneráveis (que revelam mais sentimentos negativos) coincide com os idosos, as famílias monoparentais, os menos instruídos. Há aqui duas novidades: os mais jovens começam a enfrentar situações de vulnerabilidade; e as qualificações superiores também já não garantem emprego seguro.
Estas condições deficientes ou más coincidem com o nível de satisfação com a vida: em Portugal, ele é dos mais baixos, comparado com outros países da União Europeia. Mas o grau de satisfação (6,6 numa escala de 1 a 10) está claramente acima do ponto médio da escala, tal como o da felicidade (que chega aos 7,3 em 10).
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1389137
2009-04-24
2009-01-30
Precisa-se de matéria prima para construir um País (Eduardo Prado Coelho)
Autor: Eduardo Prado Coelho, no Público.
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós.
Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO. Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos .... e para eles mesmos. Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns. Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta. Como "matéria prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa "CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não noutra parte... Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados! É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias. Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO. E você, o que pensa?.... MEDITE!
2008-11-24
2008-05-04
Bairro das Furnas: Colóquio sobre o tema “A Revolução de Abril”
2008-04-26
Timor: Ramos-Horta agradece «apoio inestimável» da GNR
Díli, - O Presidente José Ramos-Horta agradeceu em Díli “o apoio inestimável” da GNR em Timor-Leste e recordou a intervenção do contingente português a 11 de Fevereiro.
“Os médicos aconselharam-me a ter calma nas minhas actividades”, afirmou José Ramos-Horta aos jornalistas no quartel do Subagrupamento Bravo da GNR, em Caicoli, Díli, na primeira cerimónia pública após regressar ao exercício das funções de chefe de Estado.
“Por recomendação médica, eu não viria, mas em relação à GNR eu não podia deixar de fazer um esforço especial para estar presente, para agradecer a toda a corporação o apoio inestimável que tem dado ao povo timorense desde Maio de 2006”, explicou o Presidente da República. “Creio que, até agora, não faltei a uma cerimónia de despedida de cada contingente que cá tem estado”, acrescentou o chefe de Estado timorense.
José Ramos-Horta participou da cerimónia de condecoração dos 141 militares da GNR e da equipa de três elementos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) com a Medalha de Mérito Liberdade e Segurança na União Europeia.
A condecoração é atribuída pelo ministério da Administração Interna português e na cerimónia esteve presente o comandante-geral da GNR, tenente-general Mourato Nunes.
“Embora a situação de anarquia ou violência de 2006 tenha sido a pior”, José Ramos-Horta sublinhou “o significado dos incidentes do 11 de Fev-ereiro, com a agressão contra o Presidente da República e o primeiro-ministro”.
“Foi o incidente mais grave e que poderia ter desembocado numa situação muito mais grave à escala de todo o país”, declarou José Ramos-Horta.
O chefe de Estado timorense foi atingido a tiro no exterior da sua residência em Díli e teve que ser evacuado para Darwin, Austrália, de onde regressou quinta-feira.
“Foi um enfermeiro da GNR que chegou a mim quando eu estava ainda no chão. Eu vi-o na ambulância, reconheci-o”, recordou hoje José Ramos-Horta, referindo-se ao enfermeiro do INEM. “A nossa ambulância não tinha qualquer enfermeiro ou médico a bordo. Foi ele que saltou para dentro e veio”, acrescentou o Presidente da República.
A GNR participa, desde o regresso de José Ramos-Horta, na segurança pessoal do Presidente.
Quinze elementos da Secção de Operações Especiais da GNR asseguram, em permanência, 24 horas por dia, a escolta pessoal de José Ramos-Horta, mesmo na sua residência, em complemento à segurança da Polícia Nacional timorense.
“Creio que é um exagero eu ter tanta segurança mas não sou eu que decido em relação a isso, ou já não me vão deixar decidir, já não me vão ouvir, porque no passado eu mandava-os embora”, afirmou o Presidente da República. rtp
Publicado em: http://www.semanario.tp/nacional%204.htm
2007-11-25
2007-11-11
2007-11-10
Portugal exporta tecnologia
O FORUM MISSÃO EXPORTAR 2007 é dirigido prioritariamente às empresas que querem dar os primeiros passos para a internacionalização e/ou alargar as suas capacidades de exportação.
A presença de cerca de 2000 visitantes na edição de 2006, foi reveladora da importância deste evento para todas as empresas portuguesas e o seu sucesso em muito se deveu ao empenho e capacidade mobilizadora de todos os intervenientes.
O Forum permitirá aos empresários uma visão integrada das entidades, instrumentos, apoios e serviços disponíveis para iniciar ou estruturar a actividade exportadora da empresaAdI - Agência da Inovação: http://www.adi.pt/
AIP - Associação Indistrial Portuguesa: http://www.missaoexportar.aip.pt/


2007-03-31
Iniciativa Novas Oportunidades
- fazer do 12º ano o referencial mínimo de formação para todos os jovens;
- colocar metade dos jovens do ensino secundário em cursos tecnológicos e profissionais; e
- qualificar um milhão de activos até 2010.
Site oficial:
http://www.novasoportunidades.gov.pt/
2007-03-28
Novas Oportunidades
A Ambição O desenvolvimento do país confronta-nos com uma opção clara e inadiável: a aposta na qualificação da população portuguesa. O atraso que nos separa dos países mais desenvolvidos radica, em grande medida, no insuficiente nível de qualificação da população portuguesa. Esta é a questão central que temos de enfrentar. A solidez do processo de modernização do país depende essencialmente de vencermos a batalha da qualificação. É aqui que temos que combater. É aqui que temos que vencer. A opção da qualificação tem merecido um consenso alargado na sociedade portuguesa e tem proporcionado progressos importantes nos últimos anos. Mas o ritmo de recuperação que alcançámos é ainda insuficiente. A nossa ambição tem de ser muito maior. Temos de fazer mais, temos de fazer melhor e temos de fazer mais rápido. Precisamos de acelerar fortemente a qualificação dos portugueses, tendo em vista a convergência com os países mais desenvolvidos. Precisamos de objectivos ambiciosos e de uma estratégia clara. E precisamos de acção firme, persistente e determinada. É esta a ambição que vos proponho na Iniciativa Novas Oportunidades: dar um forte e decisivo impulso à qualificação dos portugueses. A importância desta ambição está bem expressa na centralidade da estratégia de qualificação no âmbito do Plano Nacional de Emprego e do Plano Tecnológico. Em conjunto com uma nova geração de políticas de formação contínua, que visa alargar a participação de activos e PME’s em processos de qualificação, a Iniciativa Novas Oportunidades constitui um pilar fundamental das políticas de emprego e formação profissional para os próximos anos. A Iniciativa Novas Oportunidades assenta numa base clara: o nível secundário é o objectivo de referência para a qualificação dos nossos jovens e adultos. É este hoje o patamar mínimo para dotar os cidadãos das competências essenciais à moderna economia do conhecimento em que vivemos. É este hoje o patamar mínimo para que possamos adquirir e reter, ao longo da vida, novas competências. A estratégia da Iniciativa Novas Oportunidades tem dois pilares fundamentais. Em primeiro lugar, fazer do ensino profissionalizante de nível secundário uma verdadeira e real opção, dando Oportunidades Novas aos nossos jovens. Esta é uma resposta há muito reclamada pelo País. É a melhor resposta para os inaceitáveis níveis de insucesso e abandono escolar que ainda temos. Durante o período de vigência da Iniciativa iremos envolver mais de 650 mil jovens em cursos técnicos e profissionalizantes. O objectivo definido no Programa do Governo, que aqui se reafirma, é o de fazer com que as vagas em vias profissionalizantes representem, em 2010, metade do total de vagas ao nível do ensino secundário. O segundo pilar é o de elevar a formação de base dos activos. Dar a todos aqueles que entraram na vida activa com baixos níveis de escolaridade, uma Nova Oportunidade para poderem recuperar, completar e progredir nos seus estudos. São muitos aqueles que não tiveram, enquanto jovens, a oportunidade para estudar mais e que entraram precocemente no mercado de trabalho. Não seria possível, por razões de justiça e de coesão social, abdicar do esforço da sua qualificação. Mas a verdade é que este esforço é também condição essencial para o nosso processo de desenvolvimento. A simples mudança geracional não permitirá nas próximas décadas dotar o país das competências fundamentais de que todos necessitamos. É por isso que a Iniciativa Novas Oportunidades assume uma estratégia nova – prioridade à formação de base dos activos – e define objectivos exigentes: qualificar 1.000.000 de activos até 2010. Atingir estes objectivos implica o desenvolvimento profundo e consistente do Sistema de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências – como forma de medir e certificar competências adquiridas em contextos não formais e informais –, a disponibilização de ofertas complementares adequadas, a construção de um exigente sistema de avaliação de qualidade que assegure a manutenção dos mais elevados padrões de exigência e, essencialmente, o forte envolvimento e compromisso dos trabalhadores e das empresas. O sucesso da Iniciativa Novas Oportunidades exige um empenhamento profundo de todos – cidadãos, empresas e instituições – na valorização de uma cultura de aprendizagem e na sua efectivação no terreno. Será, seguramente, um caminho muito longo, duro e difícil. Esta escolha não admite hesitações. José Sócrates |
2007-03-26
2006-11-27
TGV ENTRE LISBOA-MADRID EM 2013
“Para Portugal, a integração do território português nas redes de alta velocidade é um objectivo estratégico”, afirmou o primeiro-ministro português, José Sócrates, na final da Cimeira Luso-Espanhola em Badajoz. Por isso, reafirmou que a ligação do TGV de Lisboa a Madrid será feita em 2013. E a de Badajoz-Madrid em 2010.
Os primeiros-ministros de Portugal e Espanha assinaram ontem um acordo para a ligação de linhas ferroviárias de alta velocidade. Segundo fonte do governo de Madrid, Portugal e Espanha vão de-senvolver um esforço conjunto para conseguir fundos europeus no intuito de desenvolver a “componente transfroteiriça” da ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Madrid. Uma estrutura que passa pela possível instalação de uma “estação dupla” na fronteira entre os dois países.
http://www.correiodamanha.pt/ em 2006-11-26
2006-11-19
Com esforço, disciplina e auto-estima é possivel ter sucesso
Que os portugueses concluam que com esforço, disciplina e auto-estima conseguem ultrapassar as dificuldades e terem sucesso. Este não deverá ser só no futebol, mas fundamental na economia, no trabalho, na ciência, na educação, na família.
2006-09-13
Lançamento oficial do Programa MIT-Portugal
2006-09-02
SIC Notícias: Sucesso.pt chega ao fim!
Terminou hoje a primeira série do programa “Sucesso.pt” , exibido no canal SIC Notícias, aos sábados, durante os últimos seis meses. Nas vinte e seis edições semanais, o programa revelou os "segredos” de trinta e duas empresas que se destacam no estrangeiro e no mercado nacional.Todavia, muitas dessas empresas são pouco conhecidas dos portugueses. Contra muitas dificuldades provaram que o "Sucesso em português" é possível e é também uma realidade, demonstrando que com iniciativa, empreendorismo, competência, esforço e auto-estima é possível ter sucesso.
Das empresas divulgadas, destacam-se as seguintes: Number Five, OutSystems, Altitude Software, DotOne SGPS, Consiste, Jaba, Bial, Grupo Pestana, Grupo Vila Galé, Corticeira Amorim, Sonae Sierra e Sonae Indústria.
Pela inestimável qualidade do programa , porque é preciso acabar com a postura da lamentação e com as profecias da desgraça, é fundamental que o programa continue em uma segunda série e que a primeira possa ser repetida.
Envie as suas sugestões para que o programa "Sucesso.pt" continue a existir para os e-mails sucesso@sic.pt e atendimento@sic.pt
2006-08-03
Juiz Phillip Rapoza nomeado presidente do Tribunal Recurso Massachusetts

O governador Mitt Romney nomeou o juiz Phillip Rapoza para o cargo de presidente do Tribunal de Recurso de Massachusetts.
"Sinto-me honrado pela nomeação para o cargo de chefe do Tribunal de Recurso
de Massachusetts", disse o juiz Phillip Rapoza, que agradeceu ao governador
Romney "a confiança em mim depositada".
Neto de imigrantes portugueses oriundos de S. Miguel, Açores, o juiz Rapoza, que fala português fluentemente, tem uma vasta experiência jurídica nacional e internacional.
De Março de 2002 a Junho de 2005 esteve em Díli, como presidente do Tribunal Internacional das Nações Unidos que julgou os crimes de guerra e de violação dos Direitos Humanos cometidos durante a luta pela independência de Timor-Leste.
Phillip Rapoza já integrava o colectivo de juízes do Tribunal de Recurso de Massachusetts, cargo para que foi nomeado em 1998, depois ter exercido por oito anos as funções de juiz em Fall River, primeiro no Tribunal Distrital e depois no Tribunal Superior.
Identificado profundamente com as suas raízes lusas, o juiz Phillip Rapoza foi o fundador de um programa de intercâmbio jurídico entre os Estados Unidos e Portugal, que se traduziu em várias visitas de magistrados e
funcionários judiciais americanos a Portugal e de magistrados portugueses aos Estados Unidos.
Foi também responsável pela publicação de um manual bilingue (inglês e português) sobre a lei criminal e os direitos do cidadão.
Em 2002 o Presidente Jorge Sampaio distinguiu Phillip Rapoza com o grau de Comandante da Ordem do Infante D. Henrique, a mais alta condecoração civil portuguesa, pelo seu esforço na "promoção e estreitamento de relações entre
os sistemas judiciais dos nossos dois países".
A nomeação de Phillip Rapoza para o Tribunal de Recurso de Massachusetts terá de ser confirmada pelo Conselho do Governador que no próximo dia 16 se vai reunir com o magistrado, não sendo de prever qualquer oposição à sua nomeação.
O juiz Rapoza vai ocupar deixado vago por Christopher Armstrong, de 70 anos, que se vai aposentar.
Fonte: Portuguese Times, de 2006-08-03 / http://www.portuguesetimes.com/Ed_1832/Comuni/co02.htm
Salário mínimo em Massachusetts (USA) será $8/hora em 2008
O governador considera o aumento "excessivo" e alega que contribuirá para eliminar postos de trabalho, considerando que devia ser aumentado mais gradualmente.
A Legislatura tem outra opinião e anulou o veto, mantendo a proposta aprovada.
O actual salário mínimo de Massachusetts são $6.75/hora e foi fixado em 2001, mas aumentará 75 cêntimos em 1 de Janeiro de 2007 e outros 50 cêntimos em 1 de Janeiro de 2008.
O aumento beneficiará cerca de 315.000 trabalhadores.
Fonte: Portugal Times, de 2006-08-03 / http://www.portuguesetimes.com/default.htm
2004-11-07
Subscreve o abaixo assinado: O Governo quer implementar portagens nas A 23 e A25
| O governo, contrariando tudo o que antes tinha prometido, aprovou a introdução das portagens na A23 (IP2 e IP6). Estamos perante uma decisão que, a transformar-se em Lei da República, seria socialmente injusta para as populações da nossa região, constituiria um desastre para a economia regional, acentuaria a discriminação e a desertificação a que o Interior tem estado sujeito condicionando gravemente as possibilidades de desenvolvimento futuro. A introdução de portagens na A23 agravaria as debilidades da nossa estrutura produtiva e constituiria uma penalização financeira para as populações que, para se deslocarem, veriam aumentadas as suas despesas. A anunciada "discriminação positiva" para residentes e empresas, tal como demonstra a "isenção" proposta pelo governo, não passaria de uma medida demagógica para esconder as graves consequências desta decisão. A integração dos IP's no percurso da actual auto-estrada significa que a circulação entre importantes aglomerados urbanos e distritos ocorre nesta via para a qual não existe alternativa com qualidade, comodidade e segurança. A nossa região, uma das últimas a ver construídas as suas infraestruturas rodoviárias, não pode aceitar mais este rude golpe contra os interesses dos que aqui vivem, trabalham e investem. Assim, os cidadãos e entidades abaixo-assinados exigem que o Governo altere a decisão de introduzir portagens na A23, mantendo o regime sem custos para o utilizador, como factor indispensável para garantir o progresso e o desenvolvimento do Interior do País. De igual modo, apelam à Assembleia da República para que discuta esta matéria, recomendando ao Governo que corrija a orientação que assumiu neste domínio. |
2004-10-19
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2004-10-18
Redução das taxas de IRS não compensa corte nos benefícios fiscais
É uma meia verdade dizer que os impostos vão baixar em 2005. É certo as taxas diminuem em quase todos os escalões, mas há contribuintes que vão ficar a pagar mais, com o fim de alguns benefícios fiscais. Um estudo da Delloitte mostra como.
A Delloite apresenta, como um dos exemplos, uma família com rendimentos de 40 mil euros. O valor a pagar em IRS é de 2.353 euros este ano e de 4.030, no próximo. O rendimento líquido desta família sofre uma redução de quase 3 por cento.
A conclusão é simples. A redução das taxas de IRS não compensa o fim dos benefícios fiscais. A maioria dos contribuintes que recorriam aos PPRE's e Contas Poupança Habitação vêem a carga fiscal agravar-se apesar da baixa de impostos anunciada por Bagão Félix.
Fonte: http://sic.sapo.pt/index.php?article=9369&visual=3&area_id=3
em 2004-10-18
2004-10-17
POLÉMICA DAS PORTAGENS Vem aí o buzinão na A23
“Não faz sentido falar de alternativa. Para nós, a única alternativa é a A23 sem portagens para circular entre concelhos e distritos. Foi essa que o Governo nos deixou”. Estas são as palavras de reacção da Comissão de Utentes da A23, que prepara já medidas mais radicais, como a realização de um buzinão e de marcha lenta na auto-estrada.
”A A23 está para a Beira Interior como o Alqueva está para o Alentejo”, uma questão de “justiça social” para com o desenvolvimento do Interior, considera a comissão de utentes.
Fonte: Jornal do Fundão, 2004-10-15
2004-10-16
O comportamento perverso do Estado
Em vez do Estado realizar um acordo para a viabilidade do pagamento das dívidas da empresa, promovendo, assim, a produção e o emprego, tem um comportamento perverso, senão de gestão danosa, da economia portuguesa.
(em SIC, Jornal da Noite)
Críticas ao Orçamento de Estado: José Sócrates exige revogação de cortes nos benefícios fiscais.
O líder do PS diz que não se pode estar constantemente a recorrer às receitas extraordinárias.
O líder do PS, José Sócrates, anunciou que vai propor a revogação da medida do Governo que acaba com alguns benefícios fiscais, no âmbito da discussão da proposta de Orçamento do Estado para 2005. "Vamos apresentar uma proposta para revogar a medida do Governo que pretende acabar com alguns benefícios fiscais", disse Sócrates, argumentando que a medida "é completamente injusta" e atinge principalmente a classe média. O secretário-geral do PS falava aos jornalistas em Lisboa, no intervalo de uma reunião com o Conselho Económico e Social do PS, que reúne especialistas como Eduardo Cabrita, Teodora Cardoso e Correia de Campos, entre outros. O líder do PS considerou que a proposta orçamental para 2005 "tem um problema de credibilidade" por "continuar, pelo quarto ano, a fazer recurso das receitas extraordinárias". "As receitas extraordinárias têm um problema. São uma espécie de droga. Uma vez que se utilizam tarde tende a largar-se. E isso prejudica a saúde da economia", afirmou Sócrates.
José Sócrates disse ter encontrado no Orçamento do Estado para 2005 "despesas correntes disfarçadas de investimento" e afirmou que são necessários esclarecimentos em relação a esta questão. O líder socialista avisou que manterá a intenção de votar contra a proposta de Orçamento do Estado (OE) se o Governo não aceitar revogar o corte nos benefícios fiscais, considerando que o documento confirma "o falhanço da política económica" do executivo PSD/CDS-PP. "Se não o fizer, o PS tomará uma posição adequada à intransigência do Governo", declarou, remetendo no entanto uma posição definitiva para depois da discussão do documento na Assembleia da República. Para o líder do PS, o OE para 2005, a par com o anunciado pagamento de serviços na saúde, "transforma a classe média nos suspeitos do costume".
2004-10-14
Esforço, disciplina e auto-estima
Que os portugueses concluam que com esforço, disciplina e auto-estima conseguem ultrapassar as dificuldades e terem sucesso. Este não deverá ser só no futebol, mas fundamental, na economia, no trabalho, na ciência, na educação, na família.
2004-10-12
Discurso de Santana Lopes – Rara unanimidade
As evidentes contradições do discurso de Bagão Félix, de Setembro, ao defender uma política restritiva face ao famoso deficit e as recentes declarações de Santana Lopes numa perspectiva de campanha eleitoral
José Sócrates:
o importante não é o que disse, mas sim o que não disse… sobre o fim dos benefícios fiscais e o pagamento de serviços de saúde, com forte ataque à classe média.
Demonstração clara de mudança política. Antes a obsessão pelo combate ao déficit do Orçamento de Estado. Agora a obsessão pela agenda eleitoral.